sábado, 14 de setembro de 2013

Memórias e Recordações

Memórias e recordações

As minhas memórias e recordações sobre os primeiros contatos com a leitura vêm em forma de “flash”. Os primeiros livros que tive contato foi os de Monteiro Lobato, adorava Reinações de Narizinho; antes de saber ler, as histórias eram contadas pela minha mãe depois, eu mesma lia sozinha.
 Assim como a maioria das pessoas fui alfabetizada com as famosas CARTILHAS, onde as lições eram temáticas e gradativamente se tornavam mais difíceis (no meu ponto de vista infantil). Lembro-me de folhear a cartilha para ver como eram as últimas lições e fiquei assustadíssima quando me deparei com a lição do CARRO e da FLECHA; que negócio era aquele de “rr”” e “ch”?!!!!!!!!!. Pensei que nunca conseguiria ler ou escrever aquelas palavras diferentes, mas passei por essas elas, ou seja, pelos dígrafos sem maiores problemas.
O gosto e a prática da leitura propriamente dita começaram quando eu estava no 6º ano do ensino fundamental; a professora indicava um livro para lermos durante o bimestre e ao final fazíamos uma avaliação. O primeiro livro que li na escola foi Barco de papel (José Maviael Monteiro, coleção Vaga Lume); adorei, eu ficava viajando e imaginando como seriam as personagens e os lugares que se passavam narração. A partir daí, a cada ano que se passava a leitura se tornava mais presente na minha vida, seja para realizar uma avaliação ou pelo simples gosto pela literatura.
No ensino médio a carga de leitura se tornou mais frequente e um pouco mais elaborada, com os livros de literatura brasileira e portuguesa, indicados para o vestibular. Gostava dos livros, porém eram muitos autores para ler: Casimiro de Abreu, Eça de Queiroz, Machado de Assis, etc., mas foi bom, novas histórias, novo vocabulário, valeu a pena o esforço.  
A leitura é parte constante na nossa vida, temos sempre que valorizá-la e exercitá-la.


“Um livro é um brinquedo feito com letras. Ler é brincar” (Rubem Alves).

Um comentário:

  1. Olá Karla.Parabéns! A criatividade do grupo já se iniciou pelo nome.Quem dera se quando éramos alunos pudéssemos algum dia imaginar tornar-nos reais bioleitores como hoje.?

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