Memórias e recordações
As minhas memórias e recordações
sobre os primeiros contatos com a leitura vêm em forma de “flash”. Os primeiros
livros que tive contato foi os de Monteiro Lobato, adorava Reinações de
Narizinho; antes de saber ler, as histórias eram contadas pela minha mãe
depois, eu mesma lia sozinha.
Assim como a maioria das pessoas fui
alfabetizada com as famosas CARTILHAS, onde as lições eram temáticas e
gradativamente se tornavam mais difíceis (no meu ponto de vista infantil).
Lembro-me de folhear a cartilha para ver como eram as últimas lições e fiquei
assustadíssima quando me deparei com a lição do CARRO e da FLECHA; que negócio
era aquele de “rr”” e “ch”?!!!!!!!!!. Pensei que nunca conseguiria ler ou escrever
aquelas palavras diferentes, mas passei por essas elas, ou seja, pelos dígrafos
sem maiores problemas.
O gosto e a prática da
leitura propriamente dita começaram quando eu estava no 6º ano do ensino
fundamental; a professora indicava um livro para lermos durante o bimestre e ao
final fazíamos uma avaliação. O primeiro livro que li na escola foi Barco de
papel (José Maviael Monteiro, coleção Vaga Lume); adorei, eu ficava viajando e
imaginando como seriam as personagens e os lugares que se passavam narração. A
partir daí, a cada ano que se passava a leitura se tornava mais presente na
minha vida, seja para realizar uma avaliação ou pelo simples gosto pela
literatura.
No ensino médio a carga
de leitura se tornou mais frequente e um pouco mais elaborada, com os livros de
literatura brasileira e portuguesa, indicados para o vestibular. Gostava dos
livros, porém eram muitos autores para ler: Casimiro de Abreu, Eça de Queiroz,
Machado de Assis, etc., mas foi bom, novas histórias, novo vocabulário, valeu a
pena o esforço.
A leitura é parte
constante na nossa vida, temos sempre que valorizá-la e exercitá-la.
“Um
livro é um brinquedo feito com letras. Ler é brincar” (Rubem Alves).
Olá Karla.Parabéns! A criatividade do grupo já se iniciou pelo nome.Quem dera se quando éramos alunos pudéssemos algum dia imaginar tornar-nos reais bioleitores como hoje.?
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